<span class="bn">Antes tarde do que nunca: <br>Gabriel Tarde e a emergência <br>das ciências sociais</span><span class="as">Eduardo Viana Vargas</span>

Código: 9788586011339
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TÍTULO:

Antes tarde do que nunca:
Gabriel Tarde e a emergência
das ciências sociais

RESUMO:

Autor(Eduardo Viana Vargas)
Coleção Territóritos Sociais, n. 3
ISBN 978-85-86011-33-9
2000, 1ª edição, 280 p., 14 x 21 cm


DESCRIÇÃO:

Acompanhei o trabalho de Eduardo desde o início e confesso que não tinha ideia de quanto renderia. Eu tampouco havia percebido Tarde em minhas leituras formadoras. Fora influenciado pela tradição kantiana e me identificava com a sociologia de Durkheim. Assim como o indivíduo, queria eu acreditar, a sociedade organizava-se segundo a lógica sistêmica do entendimento. O objetivo da pesquisa seria encontrar a boa classificação dos fenômenos. Pensar grande, definir estruturas e, como um engenheiro, planejar.

Eduardo, com Tarde, resistia a este modo de pensar. Insistia na imprevisibilidade dos acontecimentos, na abertura dos processos, na dimensão micro dos ambientes em que as decisões são tomadas, nos efeitos de contágio que mobilizam a opinião. Buscava uma microssociologia e fez de Tarde a sua porta de entrada.

É uma busca que nos importa com certeza. Em meu trabalho sobre a violência urbana, por exemplo, encontro amiúde metáforas de guerra que dominam a imaginação social e a própria concepção das políticas propostas. A guerra é macro, envolve Estados e Nações, engaja grandes instituições, como os exércitos. Por isto mesmo, aplica-se mal ao conhecimento e ao controle da criminalidade.

A violência urbana, ao invés, embora produza vítimas em números superiores, ocorre em dinâmicas micro, na escala das famílias e das vizinhanças. É mais próxima das epidermes, como no caso da Aids, cujo risco está posto na dinâmica sutil das relações interpessoais. E assim fazem história. Tarde é uma referência clássica para este tipo de questão. — Rubem César Fernandes

 

Eduardo Viana Vargas

Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas. Mestre em Antropologia Social pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em Sociologia e Política pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, na qual é professor associado e coordena o Laboratório de Antropologia das Controvérsias Sociotécnicas e o Núcleo de Antropologia Visual.

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