Franklin de OLIVEIRA

Nasceu em São Luís do Maranhão no dia 12 de março de 1916, começando a trabalhar ainda adolescente na imprensa maranhense como redator de A Tribuna, de seu tio Agnello Costa, e de O Imparcial, Folha do Povo, A Pacotilha, Diário do Norte e Diário da Tarde. Em 1938, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou redator do jornal A Notícia. Nos anos seguintes, trabalhou em vários jornais e na revista O Cruzeiro, onde manteve a página “Sete Dias”. Em 1955, substituiu Álvaro Lins como editorialista do Correio da Manhã, periódico em que desempenhou a crítica literária, em rodízio com Otto Maria Carpeaux, além de assinar uma coluna sobre música. Foi redator-chefe e diretor de edição num dos momentos mais difíceis desse jornal. No Rio Grande do Sul, exerceu a função de secretário-geral do Conselho de Desenvolvimento do Estado. Em 1963 a 1964, ocupou importantes cargos na Petrobras, da qual foi demitido pelo governo militar em razão de suas convicções políticas. Posteriormente anistiado, recebeu merecida indenização. De volta ao jornalismo, foi redator do jornal O Globo e colaborador da Folha de S. Paulo, bem como assinou uma crônica semanal na revista Senhor nos anos 1980 e redigiu vários verbetes monográficos para a Enciclopédia Mirador Internacional. Em 1982, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Faleceu no Rio de Janeiro em 2000

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