<span class="bn">Saga romanesca <br>de Josué Montello, A</span><span class="as">Franklin de Oliveira</span>

Código: 9788577402540
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TÍTULO:

A saga romanesca
de Josué Montello

RESUMO:

Autor(Franklin de Oliveira)
Organização e prefácio de Arlete Nogueira da Cruz
ISBN 978-85-7740-254-0
2017, 1ª edição, 96 p., 16 x 23 cm


DESCRIÇÃO:

Este livro, organizado e prefaciado pela escritora e ensaísta Arlete Nogueira da Cruz, torna pública a versão integral, até hoje inédita, do longo ensaio que Franklin de Oliveira dedicou à obra romanesca de Josué Montello. Ao inseri-la no contexto dos desdobramentos literários surgidos no Maranhão e que incluem as contribuições de João Francisco Lisboa, Gonçalves Dias, Odorico Mendes, Sousândrade, Raimundo Correia, Teófilo Dias e Fontoura Xavier, o notável ensaísta examina na obra do romancista a relação dialética entre o herdado e o novo, cuja origem, como argumenta, encontra-se na saga de São Luís do Maranhão fundada por Aluísio Azevedo. Em seus termos, enquanto Aluísio põe em confronto forças sociais, Josué descreve conflitos morais, ou seja, aprofunda e matiza os reflexos sociais projetados no psiquismo humano.

“Pela autonomia absoluta que outorga aos personagens, a carga semântica que atribui às situações, a capacidade de dicção, o poder de dizer através da ação e a transparência estilística com que organiza o mundo romanesco”, a ficção de Josué Montello problematiza o estatuto do narrador, aos seus olhos de exímio crítico, sempre empenhado em conferir à arquitetura interna de seus romances e aos aspectos formais de sua escrita a relevância cultural e humanística das reações do leitor em face da matéria narrativa.

Tem-se aqui, portanto, não apenas um esquadrinhamento dos romances de Josué Montello acerca da identidade maranhense perdida na passagem do século XIX para o século XX, mas também uma preciosa exemplificação da potência tanto crítica quanto literária de dois autores de uma mesma geração que, forjados nas particularidades políticas, econômicas e sociais desse estado brasileiro, “sonharam os mesmos sonhos”, tão logo se aperceberam de sua vocação para o exercício vivo da palavra.

 

Franklin de Oliveira

Nasceu em São Luís do Maranhão no dia 12 de março de 1916, começando a trabalhar ainda adolescente na imprensa maranhense como redator de A Tribuna, de seu tio Agnello Costa, e de O Imparcial, Folha do Povo, A Pacotilha, Diário do Norte e Diário da Tarde. Em 1938, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou redator do jornal A Notícia. Nos anos seguintes, trabalhou em vários jornais e na revista O Cruzeiro, onde manteve a página “Sete Dias”. Em 1955, substituiu Álvaro Lins como editorialista do Correio da Manhã, periódico em que desempenhou a crítica literária, em rodízio com Otto Maria Carpeaux, além de assinar uma coluna sobre música. Foi redator-chefe e diretor de edição num dos momentos mais difíceis desse jornal. No Rio Grande do Sul, exerceu a função de secretário-geral do Conselho de Desenvolvimento do Estado. Em 1963 a 1964, ocupou importantes cargos na Petrobras, da qual foi demitido pelo governo militar em razão de suas convicções políticas. Posteriormente anistiado, recebeu merecida indenização. De volta ao jornalismo, foi redator do jornal O Globo e colaborador da Folha de S. Paulo, bem como assinou uma crônica semanal na revista Senhor nos anos 1980 e redigiu vários verbetes monográficos para a Enciclopédia Mirador Internacional. Em 1982, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Faleceu no Rio de Janeiro em 2000.

 

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