<span class="bn">Futuros outros: <br>homens e espaços </span> <span class="as">Eunícia Barros B. Fernandes</span>

Código: 9788577401833
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TÍTULO:

Futuros outros: homens e espaços.
Os aldeamentos jesuíticos e
a colonização na América portuguesa

RESUMO:

Autor(Eunícia Barros Barcelos Fernandes)
Coedição Faperj
ISBN 978-85-7740-183-3
2015, 1ª edição, 280 p., 16 x 23 cm


DESCRIÇÃO:

Este livro é o resultado de longos anos de inquietação da autora sobre a relação entre indígenas e não indígenas na experiência colonial da América portuguesa. De início, foram as palavras do jesuíta Fernão Cardim que a causaram. Como assessor de Cristóvão de Gouveia, o padre visitador da Companhia de Jesus, Cardim chegou ao Brasil em 1582 e iniciou uma demorada viagem através do domínio luso-americano a fim de visitar os estabelecimentos jesuíticos, especialmente os aldeamentos, registrando as facilidades e dificuldades encontradas no processo catequético. Ao investigar sua Narrativa epistolar, percebeu os aldeamentos jesuíticos como um lugar especial: espaços forjados pelo colonizador, com princípios de catequese e inclusão da alteridade ameríndia no mundo luso, mas nos quais, estranhamente, havia uma desproporção numérica significativa entre colonizadores e colonizados, em que os últimos eram a maioria absoluta. Porém, bem mais do que um dado numérico, a observação das relações naquele espaço – que a Narrativa permitiu descortinar – deixava em evidência que o aldeamento era lócus privilegiado de negociação entre religiosos e ameríndios.

Assim, refletir sobre os aldeamentos jesuíticos no processo colonizador é uma das metas deste livro, e foi lançada pela investigação sobre o século XVI à luz da viagem de Cardim e, sobretudo, pelas mudanças e apropriações que deles foram feitas. Pelo fato inegável, ainda que muitas vezes disfarçado, de que os indígenas continuaram como indígenas muitos séculos depois, a despeito de todo esforço para catequizá-los e torná-los vassalos do rei português, ou seja, para serem “futuros outros”: os grupos indígenas enfrentaram doenças, assassinatos, constrangimentos culturais, mas garantiram sua longevidade nos aldeamentos até o Império do Brasil, ultrapassando a presença dos jesuítas, expulsos em 1759.

 

Eunícia Barros Barcelos Fernandes

Pós-doutora em Ensino de História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014), doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense (2001), mestre em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1995) e graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990). Professora na graduação e na pós-graduação na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, seu trabalho na área de História dialoga com a Antropologia, a Geografia e a Educação, promovendo reflexões teóricas. Suas pesquisas estão voltadas para as relações entre indígenas e não indígenas: no campo da História, sobretudo na colonização da América Portuguesa, e no campo do ensino de História, no livro didático.

 

Sumário ¯     Introdução ¯ 

 

 

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